
Olá Insanos!
Passando pela Comunidade Choque das Torcidas nesta terça feira fiquei alarmado com o que li em um post.
Parece que a violência relacionada ao futebol em são luis parece ter voltado.Infelizmente, segundo informações de um dos participantes da comunidade, o Lucas, teria ocorrido um incdente entre um flamenguista e um sujeito não identificado no Tricolor Sport Bar. O curioso é que num certo dado do relato, não se diz se o cara que começõu a confusão era tricolor, mas depois afirmou que um gruupo de tricolores iniciou a confusão.Em resumo, vou explicar o que entendi do ocorrido por partes:
- Um indivíduo lança um copo de cerveja na direção de um flamenguista, que estava em outro bar, tendo posteriormente agredido o mesmo flamenguista.
- Depois disse que foi um grupo de tricolores que iniciou a confusão (Afinal era um ou era um grupo?Era mesmo Tricolor SPFC?)
- O flamenguista é policial, e no ato de reação dirigiu-se para o carro para pegar sua arma de fogo, de ofício, no que foi impedido por outros frequentadores do local.
É lamentável que atos como esses ainda aconteçam pelas ruas de qualquer cidade brasileira, seja Sâo Luis, São Paulo ou Rio de Janeiro. A paixão pelo clube do coração não pode destrambelhar o bom senso, o respeito mútuo e a dignidade da pessoa humana. A gozação é válida, desde que se respeite o direito do próximo. Não é o fato de torcer por time A ou B e as "Torcidas oficiais " pregarem a violência, seja ela toda ou em parte, que devemos obedecer como cordeirinhos de presépio, afinal pessoas de boa índole não se submetem a esse tipo de situação.Mesmo que saibamos que toda história tem duas maneiras diferentes de serem contadas.
A Inglaterra levou mais de 10 anos para superar o Hooliganismo e a barbárie das batalhas campais fora dos estádios da Inglatera.Foi preciso o Estado, com sua mão de ferro, elaborar um Estatuto do Torcedor, criando penas e multas altíssimas para que o torcedor, que não deixa de ser contribuinte do estado, pudesse tomar o "simancol" da besteira que fez, ou que ainda faz.No Brasil, mesmo com o Estatuto do Torcedor, não há um sistema legal penal específico para os crimes relacionados ao futebol, e a legislação penal é antiquada: o código penal de 1940 teve sua ultima significativa reformulação em 1980, sendo imperceptível aos legisladores da época.Não poderiam prever as sangrentas batalhas de torcedores são paulinos, palmeirenses, corinthianos e santistas na década de 90, e muito menos as três mortes nos ultimos três anos de torcedores de cruzeiro e atlético mineiro em clássicos estaduais.O Maranhão não fica longe disso.Quinto colocado no Ranking da Violência, Atrás de Sâo Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, com três casos, é muito se comparado com a visibilidade do futebol praticado nesses estados.Chega a ser irracional.
Provocações, apelidos e chingamentos verbais são naturais no mundo do futebol são algo visto como natural. A coisa complica quando se "toca na ferida" e sem ter como revidar o jeito é "partir pra ignorãncia".Realmente agir assim é de uma tremenda ignorãncia.Não falo isso pelo fato de ter a TMT ou qualquer torcida são paulina envolvida, mas como um amante do futebol, que fica envergonhado com a atuação de pessoas que se dizem torcedoras.Depois perguntam o motivo de não ir tanta gente aos estádios, aos bares e aos encontros das organizadas, resumido na incerteza de talvez não voltar pra casa vivo.Lastimavel.
Assim, dá pra perceber que a violência voltou. E a paz, quando chegará?
P.s: Ao que parece eram tricolores do Fluminense e não do São Paulo metidos na confusão.Independente disso violência não é benéfica a nenhuma Torcida Organizada responsável. Além disso o unico bar que conheço para jogos do Sampa é o Signus, do Cohatrac.
Créditos da Foto ao site sãopaulinosnageral
A Inglaterra levou mais de 10 anos para superar o Hooliganismo e a barbárie das batalhas campais fora dos estádios da Inglatera.Foi preciso o Estado, com sua mão de ferro, elaborar um Estatuto do Torcedor, criando penas e multas altíssimas para que o torcedor, que não deixa de ser contribuinte do estado, pudesse tomar o "simancol" da besteira que fez, ou que ainda faz.No Brasil, mesmo com o Estatuto do Torcedor, não há um sistema legal penal específico para os crimes relacionados ao futebol, e a legislação penal é antiquada: o código penal de 1940 teve sua ultima significativa reformulação em 1980, sendo imperceptível aos legisladores da época.Não poderiam prever as sangrentas batalhas de torcedores são paulinos, palmeirenses, corinthianos e santistas na década de 90, e muito menos as três mortes nos ultimos três anos de torcedores de cruzeiro e atlético mineiro em clássicos estaduais.O Maranhão não fica longe disso.Quinto colocado no Ranking da Violência, Atrás de Sâo Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia, com três casos, é muito se comparado com a visibilidade do futebol praticado nesses estados.Chega a ser irracional.
Provocações, apelidos e chingamentos verbais são naturais no mundo do futebol são algo visto como natural. A coisa complica quando se "toca na ferida" e sem ter como revidar o jeito é "partir pra ignorãncia".Realmente agir assim é de uma tremenda ignorãncia.Não falo isso pelo fato de ter a TMT ou qualquer torcida são paulina envolvida, mas como um amante do futebol, que fica envergonhado com a atuação de pessoas que se dizem torcedoras.Depois perguntam o motivo de não ir tanta gente aos estádios, aos bares e aos encontros das organizadas, resumido na incerteza de talvez não voltar pra casa vivo.Lastimavel.
Assim, dá pra perceber que a violência voltou. E a paz, quando chegará?
P.s: Ao que parece eram tricolores do Fluminense e não do São Paulo metidos na confusão.Independente disso violência não é benéfica a nenhuma Torcida Organizada responsável. Além disso o unico bar que conheço para jogos do Sampa é o Signus, do Cohatrac.
Créditos da Foto ao site sãopaulinosnageral

Nenhum comentário:
Postar um comentário